18 nov 2011 design, identidade visual, processo criativo  |   por Paulo Cholla

não dá vontade de ter todos estes pedais que a holandesa BoomArtwork criou para a DrNo Effects? mesmo que você não toque guitarra?

ficaram absolutamente lindos, e foi bem legal terem compartilhado os rascunhos, o projeto de cada um.

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18 jul 2011 processo criativo, produtos  |   por thabata

Nossa! Faz muito tempo que eu não apareço por aqui, mas eu culpo a minha nova casa… mudança, trabalho, pequenas reforminhas, mais trabalho. E agora finalmente tenho um escritório novo com paredes novinhas, cor “Sonora Rose” e as coisas mais doidas que eu acabei colecionando por aqui: um quadro do Sr. Ted E. Bear e seu filhote, da designer Beverley Chappele de Los Angeles, um monte de lampadinhas em formato de dançarinas de hula e até uma bandeira do Brasil que eu comprei na thrift store.

Hora de voltar, e eu não pude resistir a esse projeto aqui, o PaperPunk!

A idéia é simples, primeiro você monta formas geométricas em um papel supercolorido, e depois coloca essas formas juntas formando um bichinho, ou esse robozinho punk, ou qualquer coisa que a sua imaginação permitir. E aí vc finaliza com os adesivos que vem no kit, como os olhinhos, acessórios, etc. A idéia é da designer Grace Hawthorne, que foi uma das fundadoras da revista Ready Made (para quem gosta de projetos manuais, que surpresa!). Para conhecer todos os personagens, é só visitar o site dos PaperPunks.

O papel é muito legal, faz toda a diferença!

Via: GreenMuze

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28 fev 2011 arte, processo criativo, viu essa?  |   por Miroca

Para você que não tem mais paciência para fazer trabalhos manuais e detesta quando precisa fazer algo demorado que necessita de cuidado, aqui vai um chute na cara:

Totalmente incrível!

Esse é o trabalho de Dalton Ghetti, artista de peças microscópicas que podem demorar até 2 anos e meio para ficarem prontas. Oh dear!

Ele é carpinteiro e faz esse tipo de trabalho há 25 anos. Usa ferramentas simples como estilete, agulha e faca de esculpir. Diz que nunca usou lentes de aumento para trabalhar tão pouco vendeu nenhuma de suas peças: só dá de presente para amigos. Ele basicamente descobriu o amor por esculpir em grafite, já que trata-se de uma material sem fios ou veios, permitindo uma liberdade completa na hora de trabalhar. Na verdade, ele mesmo explica que a primeira tentativa veio da vontade de se desafiar a esculpir no menor tamanho possível.
As peças que levaram mais tempo são essas em que existe um entrelaçado de partes. Não! Não são duas partes. Ele esculpiu em apenas um lápis mesmo.

Aí você fica pensando…

Sabe quando está quase terminando um trabalho no photoshop e de repente acaba a energia e você não lembrou de salvar por 1 hora? Sabe? Aquela sensação de querer todo mundo decapitado em um milésimo de segundo?

Pois é… Isso óbviamente acontecia com ele também. Imagina? Ficar todo esse tempo em um lápis e TCHUN! O troço quebra…

Por isso, hoje ele faz disso uma meditação. Fica totalmente calminho fazendo e antes de começar um novo trabalho ele pensa: “Bem, esse lápis vai quebrar eventualmente… Vamos ver o quanto ele dura”

Ah! Ele é brasileiro… hoje vive nos EUA.

Bom… eu achei tudo isso muito poético, ainda mais para quem é designer e principalmente para quem trabalha muito com publicidade e esqueceu do que é pegar em um lápis, ter calma e entender que um grande trabalho necessita de tempo e paciência. Aí você fala: “Pô! Mas não dá tempo! O cliente quer para amanhã e gosta de tudo roxo com bolinhas amarelas!” Vou dar uma de Ioda e falar que o seu tempo está em você mesmo. Sua intenção, seu trabalho e seu sentimento para aquela peça. Faca algo de bom! Se use!

Para mim, olhar para esses lápis me fazem pensar: dê um tempo; respire; engrandeça; faça acontecer.

Mais algumas peças:

Fonte: MailOnline

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28 fev 2011 design, processo criativo  |   por Paulo Cholla

muito bom esse vídeo. reforça a teoria de que não adianta você ficar coçando e achar que as ideias vão surgir na sua cabeça do nada, de repente.

via Ventriloquo

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13 abr 2010 processo criativo, viu essa?  |   por Paulo Cholla

ótimo vídeo de Jason Fried, da 37 Signals, explicando porque você não consegue trabalhar no trabalho, ou porque você fica no trabalho mais do que deveria. e a resposta é simples: interrupções. sejam elas bate papos online ou reuniões. em inglês, e vale muito a pena assistir:

via Felipe Tofani

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3 mar 2010 filmes, processo criativo, viu essa?  |   por Thio

Clipe muito legal do grupo OK Go.
Mais um exemplo de como basta uma boa ideia para ter um produto de qualidade.

Via Gizmodo Brasil

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2 fev 2010 Boteco Informa, Sem categoria, acessibilidade, processo criativo, promoções, tipografia  |   por Thio

A AACD criou um projeto muito interessante para quem curte tipografia.
Os designers interessados devem criar fontes usando como inspiração as crianças da AACD.
De acordo com o site o projeto Unique Types é dividido em fases:

1. Designers criam suas próprias fontes Unique Types

2. Agências utilizam as fontes em seus anúncios

3. Anunciantes autorizam a veiculação dos anúncios

4. Veículos apoiam as campanhas com Unique Types

…e por fim todos ajudam a causa da AACD. Oba! =)

O site do Unique Types já conta com algumas fontes criadas para o projeto e todas são bem bacanas. Para ver as seis fontes já criadas ou obter maiores informações é só clicar aqui.

Em tempo, a Camiseteria está com um concurso de estampas baseado neste projeto da AACD. Quem tiver interesse em participar basta clicar aqui e ver os regulamentos.

Dica do @o_OFelipe

Fonte: Camiseteria

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8 dez 2009 arte, processo criativo  |   por thabata

Nevando bastante lá fora, um frio de -14˚C (sério. Vai se preparando Miriam…). Bom dia para ficar em casa. Quando finalmente acabei todas as tarefas dentro e fora da casa, passei um bom tempo navegando pela internet, tentando achar coisas que enchessem os olhos. Posso dizer que minha pesquisa foi um sucesso!

Mas dentre todas as coisas que eu vi, uma chamou bastante a minha atenção.

Na verdade, essa é uma escultura de Ron Arad, que é um daqueles multi-profissionais (arquiteto, artista plástico, designer, etc, etc,etc). É feita em aço corten e aço espelho. A idéia é magnífica, uma prateleira completamente não-convencional, que é uma obra de arte e design ao mesmo tempo… eu imagino uma dessas em formato do Brasil com todos os estados, uma coisa que eu simplesmente amaria ter na minha sala (como os americanos diriam: is to die for!), mas eu também me peguei pensando nessa interrelação entre arte-design-produto-arquitetura, e como isso enriquece o produto final.

Acho que todo design poderia usar isso em seu favor!

Via: Yatzer

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18 ago 2009 processo criativo  |   por Paulo Cholla

vi esse vídeo do World Science Festival no blog Arquitetura de Informação e achei simplesmente sensacional. Bobby McFerrin, músico norte-americano, autor de músicas como a famosa Don’t Worry, Be Happy, realiza um excelente exercício de conexão da informação visual com a auditiva, demonstrando todo o poder de unir imagem e som:

via Arquitetura de Informação

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4 ago 2009 embalagem, identidade visual, processo criativo  |   por Thio

Há um tempo atrás Paulo Cholla postou aqui algumas embalagens da DeliShop, criadas pelo espanhol Enric Aguilera, onde o código de barras não era um item incoveniente no layout, mas seu elemento fundamental.
Sairam mais algumas (ótimas) embalagens da linha e eu me senti no dever de publicar. Confira:

delishop8

delishop5

delishop7

delishop6

Essas novas embalagens deram um passo adiante no conceito criado anteriormente. Mais do que nunca, o código de barras é o grande astro das embalagens e, aparentemente, as demais informações foram aplicadas em tampas, gargalos ou rótulos menores. Eu gostaria de poder rotacionar as garrafas para ver se o código de barras realmente faz a volta de 360 graus. Ainda assim, a textura criada pelos códigos de barras, limpa e delicada, traz uma boa dose de sofisticação para as embalagens.

Via lovelypackage

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