3 ago 2009 Adobe, apple, processo criativo, viu essa?  |   por Thio

Para web-designers, para designers ou para amantes apple; os porta-copos vendidos ( e criados ) pelo site Meninos agradam a todos. Em seu site você encontra estes três conjuntos (Designer set, Internet set e iPhone set) por preços que variam entre 25 e 60 dólares + o frete para o Brasil.
Confira:

060909coasters2

adobe-cs3-icons-designer-set-drink-coasters-overview

rss_coasters

iphone_drink_coasters

iphone-coasters-set

coasters

Via CriacaoCriativos e Meninos

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28 mai 2009 Sem categoria, impressos, processo criativo  |   por Miroca

Ontem uma amiga me mandou um link…

Não é engraçado como seus amigos não designers passam a olhar links de design só pra poder mandar pra vc depois? Mto legal!

Mas enfim! Vem de um site de humor (?) espanhol que postou uma matéria com vários exemplos de cartões de visita que, na minha opinião, variam entre bacanas/originais/ engraçados.

Seguem alguns exemplos:

E mais um moooooooooooooontão se clicando aqui!

Via @pure_poison

Bjutchau!

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24 mai 2009 Dia-a-Dia, arte, processo criativo  |   por thabata

A artista americana Phoebe Washburn, famosa por suas esculturas com pedaços de madeira e qualquer outra coisa que ela possa encontrar, entrou em parceria com a wallpaper lab para transformar suas esculturas em papel de parede! Até agora foram lançados dois designs: ‘wood wall’ e ‘wood wall as safari vest‘, onde ela arranja vários objetos de maneira organizada, de acordo com o tema.

O interessante destes papéis de parede é a impressão de profundidade que eles dão, o que não é muito comum em papéis de parede…

Sobre o trabalho da artista: “Ao longo dos anos, eu coletei coisas jogadas nas ruas e nas lixeiras nas noites de coleta. Fazendo isso, eu me embrenhei num sistema muito maior, onipresente e persistente, controlado pela industria e pelo consumerismo. O momento em que eu mergulhei nesse sistema foi omomento que eu entendi a conexão entre arte e o mundo “real”.

Via: Designboom

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5 mai 2009 processo criativo, produtos, viu essa?  |   por Thio

Canudinhos de plástico é para crianças!
Este cartão de visita promete verdadeiras guerras em escritórios enquanto o chefe estiver almoçando!

Veja abaixo:

Criado por um… Designer? … que adora criar “armas” diferentes, este cartão é um inovador e divertido exemplo de design de produto. No site do inventor pode-se encontrar ainda lançadores de papel higiênico e lançadores de ferraduras de cavalo ( essa já não tão inofensiva ). Site aqui

Gostou do cartão e quer criar o seu? O designer deixou instruções. Veja como se tornar temido por todos em seu escritório clicando aqui.

Via designgrafico.art.br e Lucas Delcorso

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30 abr 2009 identidade visual, internet, processo criativo  |   por Paulo Cholla

blogs mudam suas marcas com certa frequência, mas esta mudança precisava ser documentada aqui, pois trata-se do Brainstorm #9, o maior blog de publicidade do Brasil.

a nova marca foi desenvolvida por Fabio Sasso, do Abduzeedo. confira aqui o post no Abduzeedo sobre o processo criativo do redesign, muito bacana.

brainstorm9-nova-marca-1

brainstorm9-nova-marca-2

brainstorm9-nova-marca-3

na minha opinião, muito melhor do que a anterior. acho ela bem simpática, com mais personalidade. e não gostei da variação para o BrainCast.

via Brainstorm #9

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26 fev 2009 Audio, processo criativo, viu essa?  |   por Mari Ornelas


Diego Stocco – Music From Sand from Diego Stocco on Vimeo.

Sound Designer? Mas o que é isso?
Bom… só conhecendo o trabalho do Diego Stocco eu realmente consegui entender.
Um trabalho muito bacana… ele produz o som, grava, edita… fica bem bacana!

002 004 005

Via: João Bem

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31 dez 2008 Coberturas do Boteco, ilustrações, impressos, marcas, processo criativo, tipografia  |   por Paulo Cholla

mopa-marca-header

um presentaço de final de ano exclusivo pra vocês que acessam o Boteco. estive em outubro no Trimarchi (TMDG) em Mar del Plata, na Argentina (inclusive em janeiro vou publicar uma resenha mais completa sobre minha visita ao evento), e pude registrar toda a excelente apresentação do Mopa, um estúdio de design e ilustração de Brasília, com poucos anos de vida mas que faz um trabalho sensacional e que já tem reconhecimento internacional.

na correria de últims coisas pra fazer antes do final de ano, vou parar por aqui e deixar os vídeos (divididos em 6 partes) para todos. um ótimo 2009 para vocês, e esperamos sua visita aqui neste novo ano!

Trimarchi 08 – Mopa 1/6

Trimarchi 08 – Mopa 2/6

Trimarchi 08 – Mopa 3/6

Trimarchi 08 – Mopa 4/6

Trimarchi 08 – Mopa 5/6

Trimarchi 08 – Mopa 6/6

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9 dez 2008 Dia-a-Dia, arte, processo criativo  |   por Miroca

Ilustração de Dosimeter em deviantart
Ilustração por Dosimeter, em deviantART

E então você finalizou aquele trabalho (huahauhauhau, pensei em baralho!).

Uhuuu! Agora é só mandar pro cliente.

Claro que a vida não é tão simples assim, então seu chefe pediu para você fazer uma defesa de conceito. Sabe, né? Pro cliente não implicar ou tentar pedir pra deixar tudo em caixa alta e itálico.

Beleza.
E agora?

Nossa. De onde vieram todas essas coisas que você fez na marca, na papelaria, no catálogo?

Amigo designer: isso já aconteceu com você? Porque ando me assustando com a freqüência em que isso tem me acontecido (sim! freqüência com tremas!! não aceito a exclusão delas!).

Então passei a me perguntar: seriam a arte e o design assim tão distantes? Diferentes?
Hmmmm. Ok. Veremos.

Religiosamente, o design é comunicação. Arte é expressão. Peço desculpas em adianto por qualquer coisas de errado que eu diga aqui sobre arte. Obviamente, não sou especialista, apenas estou tentando matar minha curiosidade através dos meus próprios pensamentos.

Bom, na faculdade aprendemos todas as regras da gestalt, o significado das cores, as metodologias da forma e todas as figuras de linguagem das composições. Tudo isso para que conseguíssemos comunicar aquilo que precisávamos da maneira mais eficiente e sedutora possível. Devo confessar que, no fundo, sempre achei design uma profissão meio sórdida. Já penso? Unidos aos marketeiros poderíamos dominar o mundo e ainda fazê-los gostar disso.

Pra quem trabalha com arte é diferente. Aliás, sempre achei meio triste que o trabalho de um artista estivesse ligado ao dinheiro, ao mercado… Poxa! Como se dá valor à expressão de um artista? Está ligado ao gosto pessoal do comprador? Quer dizer então que tem tudo a ver com ‘o belo’. O que é beleza para a arte? O belo pode ser empregado ao design também? Credo. Quanta coisa confusa!

Quero tentar voltar ao que comecei a falar neste post. Quer dizer, o que se passa na minha cabeça quando faço uma marca perfeita e que não faço a menor idéia de onde ela saiu? Depois, pensando à respeito, sempre encontro belos argumentos para defender meu layout, sempre cheio de significações, tipos equilibrados e adequados para o tema, cores perfeitamente compostas… Para mim? Para todos? Se a teoria que aprendi em um livro é aquilo que estou aplicando então essa composição é verdadeira, certo?
Mas… e o gosto pessoal? Já notou como cada designer, desde o princípio de sua carreira, possui suas preferências em todos os sentidos? Composições, simetrias, cores…

Ok. Então eu devo ter construído uma marca que se adéqua ao briefing, mas está totalmente ligada ao meu gosto pessoal. Minha expressão? Minha arte? Assim, meu colega de trabalho teria feito uma marca completamente diferente, seguindo exatamente os mesmos conceitos que aprendi em um livro. Uma ciência sem nenhuma exatidão, isso sim. Que coisa maluca! A Hermione nunca seria uma designer (sorry! não pude evitar! Esperamos ganhar novos adeptos à esse blog com a menção deste nome. Mas ei! Adoramos Twilght tb! \o/).

Falando em colega de trabalho, conheço um designer que sonha em fazer curso ou facul de artes plásticas. Nossa. Isso me deixa super perdida. Sim pois, arte é expressão apenas. Não existe comunicação… Eu acho… Se você é designer me diga: você se imagina, hoje, fazendo qualquer coisa que não comunicasse nada para ninguém? Nem um tiquinho de mensagem? De sedução? Não consigo mais me livrar disso. Eu nem consigo entender como funciona uma faculdade de Artes Plásticas. Quer dizer, como que um professor dá uma nota à uma peça de arte de um aluno? Ele julga o quanto o aluno se expressou? O que haveria de errado em uma pintura, por exemplo, por ter recebido uma nota 6?

Por favor artista plástico, me responda! Tornei me escrava de minha própria profissão.

Pior. Ela me fez gostar disso.

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5 dez 2008 ações, processo criativo  |   por Mari Ornelas

Para evitar o desperdício de papel nas empresas, uma campanha foi criada pela JWT de Londres, pelos brasileiros Fernanda Romano e Christiano Neves. {que orgulho!}

Essa campanha tenta fazer com que as pessoas relembrem que o papel após ser utilizado pode servir também como rascunho e papel para anotações.

Aqui está o vídeo dessa campanha:

Além disso foram espalhados diversos posters pela agência.

O site da campanha é esse aqui.

Eu estou fazendo a minha parte, e você? Está fazendo a sua?

Via Comunicadores

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13 nov 2008 Dia-a-Dia, processo criativo  |   por Miroca

Ilustração de bw-inc em deviantart
Ilustração por bw-inc, em deviantart

Design é mesmo uma profissão cheia de amores… Você sempre acaba se apaixonando por alguma marca, algum padrão, algum pantone, algum layout que criou. E então vem a hora de apresentar pro cliente. Que tensão. Dependendo de suas últimas experiências você fica esperando o pior. O que será que farão com o meu pequeno pedaço de ‘perfeito’ design?
Pronto. O cliente aprovou! TCHAM! Que demais! Podemos finalizar ou continuar a desenvolver os materiais baseados nesse mesmo conceito… Mas nem sempre é tão simples assim, não é?
Bom, a partir da minha curta, porém arduosa, experiência profissional, acabei por definir 3 diferentes grupos onde podemos encaixar quase todos os clientes:

1) Cliente MARA: O cliente mara é mesmo um sonho. Cliente mara é aquele que você tem até vontade de criar um mural na sua agência (se ainda não tiver) e colocar uma foto dele fazendo um ‘okeizinho’. Com esse cliente o processo é mesmo uma maravilha (pegou?!). Você recebe o briefing lá de cima, dá uma pensada, uma pesquisada, desenvolve um conceito bacana, monta uma apresentação que explica legal o que quis dizer com tudo aquilo e o material é enviado pro cliente. E pronto, ele aprova. Alguns mandam e-mails delirantes dizendo que amaram e que era justamente aquilo que queriam. Outros apenas aprovam e pedem para tocar o resto do serviço. Sabe, eles nem precisam ser simpáticos para que você os ame. São mesmo uma mara.

2) Cliente CABEÇA: Já o cliente cabeça não é tão facinho. Os primeiros passos são exatamente os mesmos, mas o retorno não é extremamente positivo. Na verdade, o cliente cabeça acaba sendo ainda melhor do que o cliente mara, porque com ele vc aprende como se expressar melhor, como abrir mais sua visão, como entender o que está errado com sua arte. Este cliente aprova o conceito, aceita sua idéia raíz, mas faz questão de dar opiniões para que o trabalho fica zerado. Tá, tudo bem, as vezes ele chuta errado… Mas o cliente cabeça sabe conversar e se vc tiver um lábia legal você pode convencê-lo. O cliente cabeça tem mais experiência na área. O cliente cabeça é uma extensão do seu professor exigente da faculdade…

3) Cliente LOBO: Sim, sim, o cliente lobo. O cliente lobo te consome, te destroi, te entristece, te faz querer ser dublador (sim, isso acontece comigo). Para começar, o briefing não vem nem lá de cima… vem de baixo mesmo! O cliente lobo é esperto e só mostra sua verdadeira face após o primeiro contato: a primeira desaprovação de conceito. Tudo bem, normal. Passemos para outra. Não aprovado novamente. Telefonemas, reuniões, e-mails, ameaças de morte, nada funciona. Com o cliente lobo não existe um caminho; não existe um conceito. As vezes o cliente lobo te engana pela manhã, aprovando um layout; mas aí, ele sai a caça pela noite e te surpreende na manhã seguinte: ‘não, não.. não era isso. eu não aprovei isso’. O final da história é sempre trágico: os palpites dele acabam se misturando, criando um girafa azul de tromba e, com esse monstro, você tem que desenvolver outras coisas. MAS COMO? Seu conceito foi totalmente devorado pelo cliente lobo…

Nessas horas bate mesmo um desespero. Palavrões mil, pressão alta, gastrite… O que fazer? Xingar? Ser arrogante? Discutir até o fim? Perder o cliente? Há alguns dias entendi meus limites e os limites dos meus clientes: você possui o conhecimento. Seu cliente está pagando por isso. Nada mais adequado do que expressá-lo. Mas sempre existirá um ponto onde você vai perceber que não tem mais por onde conversar; o tom de voz de seu cliente te cala completamente. Quando isso acontece é hora e abortar a missão antes que essa bomba exploda. Transforme-se em uma mera ferramenta e faça tudo aquilo que seu cliente quiser, afinal, a peça é dele, e ele terá muito orgulho de mostrar para a mãe, dizendo que foi ele que criou tudo porque o designer era um idiota.

Claro, cada caso é um caso e essa maneira prática não é, e não deve ser, sempre a solução. Mas vc com certeza já passou por isso. Calma! Segura a gastrite aí!

Depois, vc pega aquilo e esconde láááá no final do armário de arquivo, pra nunca mais ninguém achar.
Pobre do próximo designer que tiver que retomar aquele trabalho.

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