Boteco Design – portal de inspiração e criatividade
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Gum Election 2008

uma campanha de guerrilha para incentivar as pessoas a votaram nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. como participar? as pessoas baixavam o poster, imprimiam, colavam em algum lugar, “votavam” com seus chicletes mascados, tiravam uma foto e eviavam para o blog da campanha.

via: Blog de Guerrilha

Bom, ta aí uma imagem desse cartaz nas ruas de South Beach, Miami dois dias antes das eleições.

Via: Gum Election 2008

Sobre conceitos e lobos…

Ilustração de bw-inc em deviantart
Ilustração por bw-inc, em deviantart

Design é mesmo uma profissão cheia de amores… Você sempre acaba se apaixonando por alguma marca, algum padrão, algum pantone, algum layout que criou. E então vem a hora de apresentar pro cliente. Que tensão. Dependendo de suas últimas experiências você fica esperando o pior. O que será que farão com o meu pequeno pedaço de ‘perfeito’ design?
Pronto. O cliente aprovou! TCHAM! Que demais! Podemos finalizar ou continuar a desenvolver os materiais baseados nesse mesmo conceito… Mas nem sempre é tão simples assim, não é?
Bom, a partir da minha curta, porém arduosa, experiência profissional, acabei por definir 3 diferentes grupos onde podemos encaixar quase todos os clientes:

1) Cliente MARA: O cliente mara é mesmo um sonho. Cliente mara é aquele que você tem até vontade de criar um mural na sua agência (se ainda não tiver) e colocar uma foto dele fazendo um ‘okeizinho’. Com esse cliente o processo é mesmo uma maravilha (pegou?!). Você recebe o briefing lá de cima, dá uma pensada, uma pesquisada, desenvolve um conceito bacana, monta uma apresentação que explica legal o que quis dizer com tudo aquilo e o material é enviado pro cliente. E pronto, ele aprova. Alguns mandam e-mails delirantes dizendo que amaram e que era justamente aquilo que queriam. Outros apenas aprovam e pedem para tocar o resto do serviço. Sabe, eles nem precisam ser simpáticos para que você os ame. São mesmo uma mara.

2) Cliente CABEÇA: Já o cliente cabeça não é tão facinho. Os primeiros passos são exatamente os mesmos, mas o retorno não é extremamente positivo. Na verdade, o cliente cabeça acaba sendo ainda melhor do que o cliente mara, porque com ele vc aprende como se expressar melhor, como abrir mais sua visão, como entender o que está errado com sua arte. Este cliente aprova o conceito, aceita sua idéia raíz, mas faz questão de dar opiniões para que o trabalho fica zerado. Tá, tudo bem, as vezes ele chuta errado… Mas o cliente cabeça sabe conversar e se vc tiver um lábia legal você pode convencê-lo. O cliente cabeça tem mais experiência na área. O cliente cabeça é uma extensão do seu professor exigente da faculdade…

3) Cliente LOBO: Sim, sim, o cliente lobo. O cliente lobo te consome, te destroi, te entristece, te faz querer ser dublador (sim, isso acontece comigo). Para começar, o briefing não vem nem lá de cima… vem de baixo mesmo! O cliente lobo é esperto e só mostra sua verdadeira face após o primeiro contato: a primeira desaprovação de conceito. Tudo bem, normal. Passemos para outra. Não aprovado novamente. Telefonemas, reuniões, e-mails, ameaças de morte, nada funciona. Com o cliente lobo não existe um caminho; não existe um conceito. As vezes o cliente lobo te engana pela manhã, aprovando um layout; mas aí, ele sai a caça pela noite e te surpreende na manhã seguinte: ‘não, não.. não era isso. eu não aprovei isso’. O final da história é sempre trágico: os palpites dele acabam se misturando, criando um girafa azul de tromba e, com esse monstro, você tem que desenvolver outras coisas. MAS COMO? Seu conceito foi totalmente devorado pelo cliente lobo…

Nessas horas bate mesmo um desespero. Palavrões mil, pressão alta, gastrite… O que fazer? Xingar? Ser arrogante? Discutir até o fim? Perder o cliente? Há alguns dias entendi meus limites e os limites dos meus clientes: você possui o conhecimento. Seu cliente está pagando por isso. Nada mais adequado do que expressá-lo. Mas sempre existirá um ponto onde você vai perceber que não tem mais por onde conversar; o tom de voz de seu cliente te cala completamente. Quando isso acontece é hora e abortar a missão antes que essa bomba exploda. Transforme-se em uma mera ferramenta e faça tudo aquilo que seu cliente quiser, afinal, a peça é dele, e ele terá muito orgulho de mostrar para a mãe, dizendo que foi ele que criou tudo porque o designer era um idiota.

Claro, cada caso é um caso e essa maneira prática não é, e não deve ser, sempre a solução. Mas vc com certeza já passou por isso. Calma! Segura a gastrite aí!

Depois, vc pega aquilo e esconde láááá no final do armário de arquivo, pra nunca mais ninguém achar.
Pobre do próximo designer que tiver que retomar aquele trabalho.

moeda holandesa comemorativa de 5 euros

o designer Stani Michiels foi o vencedor de um concurso que escolheu a moeda holandesa comemorativa de 5 euros.

com o tema Arquitetura, Michiels pensou na moeda como ela tradicionalmente é: de um lado a rainha (Beatrix) e do outro o valor. no lado da rainha, nomes de grandes arquitetos holandeses, dispostos em uma bela composição tipográfica, formam o rosto da rainha Beatrix:

clique para ampliar / utilize as setas do teclado para alternar as imagens

veja o detalhe ampliado da composição tipográfica:

no outro lado, com um processo muito interessante e que teve um resultado magnífico, Michiels utilizou-se do fato de muitos arquitetos holandeses teem publicados grandes livros sobre arquitetura, e utilizou estes livros para sua composição. colocados em direção ao centro, eles formam o contorno do mapa da Holanda, e as aves representam as capitais do país (e cada ave utilizada é uma ave proveniente de cada capital):

processo criativo

resultado

recomendo que leiam o post do autor explicando com suas próprias palavras o processo criativo, que achei riquíssimo, fugindo do óbvio de se utilizar prédios históricos e famosos do país, e que agrega muito valor ao produto final.

via Core77

Zeebo, da Tectoy, videogame 100% brasileiro

a Tectoy anunciou nesta quarta (12 de novembro) o lançamento do Zeebo, um console 100% brasileiro, que será produzido em Manaus. a previsão é que ele chegue ao mercado em Julho de 2009, com preço de R$ 599. ele virá com um controle e seis jogos na memória: Fifa, Brain Challenge, Super Action Hero, Prey Evil, Need For Speed e Quake.

através de uma rede própria, a ZeeboNet, os usuários vão poder se conectar via 3G ou Edge e comprar os jogos, com a moeda virtual Z-Credits, previamente comprados via boleto, cartão de crédito, débito, ou cartões pré-pagos. o preço dos games varia de R$ 9,90 a R$ 29,90 (lançamentos especiais), e alguns demos poderão ser baixados gratuitamente. Electronic Arts, Namco, Capcom, Activision, Sega e id vão desenvolver jogos para o console.

segundo Fernando Fischer, diretor-executivo da Tectoy, o objetivo é “fazer do Zeebo a quarta plataforma do mercado”, competindo contra Xbox 360 (Microsoft), Wii (Nintendo) e PlayStation (Sony).

apesar de afirmar que o público-alvo do console são jovens de classe média que estão começando a ter contato com videogames, fica difícil imaginar um sucesso de vendas, pois com apenas 1 Gb de memória (e a promessa de ter gráficos semelhantes aos do Playstation 2) e custando R$ 600 é muito mais fácil visualizar as pessoas comprando um Playstation 2 Slim, que pode ser encontrado em sites de empresas grandes como Americanas por R$ 549. e a 25 de Março oferece uma quantidade infinita de games por R$ 10. apesar de ilegal, é a maneira que as pessoas encontram de comprar os jogos a um preço mais acessível em um país no qual a Sony não tem nem ao menos representantes oficiais para revender o Playstation, pois um jogo original custa no mínimo R$ 50, podendo chegar a mais de R$ 100.

vale pela iniciativa, pela proposta de oferecer os jogos por internet, o design do console chama a atenção (mas o do controle deixa muito a desejar, até mesmo por questões de usabilidade durante os jogos), mas com um preço desses dificilmente ele fará tanto sucesso quanto o Playstation 2, que ainda reina na preferência dos brasileiros.

via G1

McDonald’s Quarter Pounder

não dá pra dizer que é minimalista, mas o McDonald’s lançou uma novidade no Japão, mais precisamente em Tokyo. trata-se de duas lojas Quarter Pounder (ou como nós chamamos aqui, o delicioso Quarteirão com Queijo), que levam uma identidade visual totalmente diferente do padrão da rede.

estas lojas têm a fachada preta, com uma faixa vermelha em volta de parte dela e uma foto do hambúrger. o menu? apenas o Quarter Pounder. mas ok, em duas versões: simples e duplo. gostei pelo impacto que causa, mas ainda continua sendo uma identidade forte, em função do preto com o vermelho.

confira o site das lojas neste link: Quarter Pounder. se souber japonês, nos diga o que há naquele site! porque pra mim japonês é grego!

via: Core77

bem vindo ao Boteco Design!

olá! seja bem vindo ao Boteco Design! hoje é oficialmente o nosso primeiro dia de vida. ainda estamos ajeitando algumas cadeiras, preparando o amendoim, gelando a cerveja, os garçons estão chegando aos oucos, mas já estamos prontos para começar nossas atividades.

o Boteco é um blog sobre design e tudo que inspira os designers (clique aqui para ler uma pequena história sobre nós). estamos sempre nos atualizando, evoluindo, para trazer o melhor conteúdo e da melhor maneira possível.

o blog tem todos os posts com a caixinha da AddThis, para que você possa adicionar e compartilhar o conteúdo que achar interessante em redes como o Delicious, Digg, Stumble Upon, Facebook, e outras muitas. assine nosso feed rss, siga nosso twitter e fique sempre por dentro das atualizações. nossa proposta é ser um blog com conteúdo, que seja divertido e descontraído.

aproveite, e obrigado pela visita!