irá trabalhar junto a equipe no desenvolvimentos campanhas promocionais,
incentivo, projetos editoriais, identidade e web.
onde: vila mariana, são paulo
#TAGS
entusiasmo, dedicação, talento, curiosidade, autonomia,
pró atividade, sem corpo mole, sem preconceito, vontade de aprender.
observações
enviar email c/
portfólio
pretensão salarial
“criatividade que todo mundo diz ter deve ser demostrada a cada momento”
(fica a dica)
se você tem twitter, blogs, tumblr, portfólio online etc
não deixe de enviar para a gente.
(diferencial)
enviar email com a subject #designerJr
para judith@unodesign.com.br
—————–
2. estágio criação
requisitos
conhecimento em photoshop / illustrator / indesign
dreamweaver e flash ( desejável )
2º semestre a 6º semestre (noturno)
não é necessário experiência anterior
on e off line
onde: vila mariana, são paulo
descrição
irá auxiliar a equipe de criação no desenvolvimento dos projetos da agência:
alterações, fechamento de arquivos, tratamento de imagens, sequência em projetos pré-criados.
#TAGS
curiosidade, sem corpo mole, vontade de aprender.
observações
enviar email
c/ trabalhos, mesmo que acadêmicos, ou pessoais
“criatividade que todo mundo diz ter deve ser demostrada a cada momento”
(fica a dica)
se você tem twitter, blogs, tumblr, portfólio online etc
não deixe de enviar para a gente
(diferencial)
enviar email com a subject #estagiocriacao
para judith@unodesign.com.br
——————————–
3. Flash (freela)
requisitos
grande conhecimento em animações flash
bons conhecimentos em AS 2 e animação na timeline
conhecimentos em photoshop e illustrator são recomendados
conhecimentos em design são muito importantes
onde: vila mariana, são paulo
descrição
auxiliar na montagem e desenvolvimento de layouts com identidades já criadas
(hotsites, apresentações, banners, animações)
Normalmente eu acho a maioria dos comerciais que a TV passa uma droga (não aqueles que a gente vê nos shows sobre propaganda, que quase sempre não foram veiculados comercialmente). Mas alguns conseguem me libertar do torpor em que me encontro quando sento para assisitir TV depois de 10 horas de trabalho.
Esse comercial da Saab foi um desses. Achei muito criativo, bonito e limpo, e, apesar da porrada de efeitos especiais, não perdeu aquela coisa essencial do design. Digam o que vocês acharam!!!
Via:… BravoTV??? Foi onde eu assisti ontem à noite… e não, eu nunca assisti as Real Housewives… me internem se um dia eu quiser fazê-lo.
esses produtos da Fazer Vilpuri, com embalagens criadas pela finlandesa Hasan & Partners, devem ser bem deliciosos mesmo, porque tem sempre um monstro comendo:
Recebi um e-mail fantástico e fui dar uma pesquisada. Se você, como eu, adora viajar e sabe que não precisa de muito dinheiro para isso, com certeza já deve ter passado horas em algum aeroporto esperando seu vôo. Sempre a pior parte de toda viagem econômica para o exterior. Eis a idealização de um novo produto/serviço que pode mudar isso:
Design dos designers/arquitetos russos do Arch Group, o Sleep Box foi projetado para ser inserido em ambientes como aeroportos em que as pessoas possuem essa necessidade de descansar e não podem ou não querem ir a um hotel e pagar por uma noite. Neste serviço, você poderia pagar por 15 minutos ou mesmo algumas horas numa caixinha maior que aqueles hotelzinhos cubículos que existem no Japão e menores que um quarto comum de hotel. Como é ainda um projeto idealizado, não existe uma faixa de preço já afixada para o serviço (pelo menos não que eu tenha encontrado).
Além de uma cama bem atrativa (me sinto atraída por ela neste exato instante), o sleep box ainda oferece algumas facilidades como um apoio para seu laptop, lugares para carregar celular, iPod ou qualquer coisa a baterias (não um carro, né? rs), troca de lençóis automática (uau!), lugarzinho para colocar sua malinha, uma tela de LCD bem bacana com relógio (já vejo as pessoas perdendo seus vôos loucamente) e mais umas frescurinhas que você confere neste video:
Claro que este projeto parece fantásticamente demais (nossa, eu estou mto empolgada mesmo com isso!), mas o serviço necessitaria de um plano bem adequado para ser inserido nos aeroportos, já que esses foram projetados para circulação, espaços amplos, etc. Difícil imaginar um aeroporto como o de Guarulhos com caixas dessas… Mas acredito que, se a idéia pegar, com um pouco de planejamento e bom senso, as caixinhas podem ser integradas de maneiras harmonioza na maior parte dos aeroportos modernos e bem estruturados.
escrevi esse texto no meu blog pessoal há algumas semanas, e achei pertinente colocá-lo aqui também. a leitura é um pouco mais extensa do que normalmente escrevemos aqui, mas deve dar alguma discussão.
======
Se deve haver problemas, que seja no meu tempo,
que minhas crianças tenham paz.
Thomas Paine
passados 18 meses após o término do meu tcc (e consequentemente do meu curso de design gráfico) é fácil fazer a seguinte afirmação: as pessoas ainda não dão a mínima para a sustentabilidade.
vivemos em uma sociedade que nos molda perfeitos individualistas, preocupados apenas com os nossos próprios umbigos e nada mais. não somos capazes nem mesmo de garantir que nossos filhos encontrem no mínimo um mundo nas mesmas condições que encontramos, que tenham as mesmas oportunidades que tivemos. para a maioria das pessoas um estilo de vida imediatista dá conta do recado: curtir o presente o máximo possível, sem se importar com o futuro, mesmo que este futuro chegue em apenas 20 anos.
durante o desenvolvimento do meu tcc acreditei que se a sustentabilidade se tornasse um tema recorrente, fosse usada em ações de marketing, campanhas, eventualmente a consciência das pessoas e das empresas iria abraçar a ideia. mas não é bem assim. conforme o designer e pesquisador Ezio Manzini disse, a sustentabilidade só tem (ou terá) importância quando for economicamente interessante. trocando em miúdos: enquanto for mais barato poluir, as pessoas e empresas vão poluir.
na área do design, os designers industriais tem feito bons projetos e que chamam bastante a atenção. no design gráfico as coisas parecem estar um pouco mais lentas, falta inclusive a consciência dos designers, e ela é essencial para que eles próprios possam transmitir este conhecimento para os clientes, que sem saber o que sustentabilidade realmente significa vão ficar no lugar comum de pedir apenas papel reciclado nos materiais. o problema está quando o cliente faz este pedido e o designer aceita achando que aquele projeto é sustentável, e todos viveram felizes para sempre. lógico, nem sempre o designer tem o poder total de decisão no projeto, pois terá que fazer a ideia ser aceita por seus superiores no estúdio no qual trabalha, ela terá um custo maior, e infelizmente, se as pessoas não tiverem a educação necessária sobre o tema (ou acharem que tem), não vão perceber que o que se gasta a mais no curto prazo é um gigante investimento que ela faz no futuro, principalmente se a empresa usar a sua real sustentabilidade como instrumento de marketing. é preciso oferecer soluções mais completas para os clientes, pois fazer uma campanha que seja inteira sustentável não torna uma empresa sustentável se ela continua imprimindo milhares de páginas inúteis por dia, luzes acesas sem necessidade, ar condicionado desregulado ou usado em excesso, e com volume gigante de lixo gerado. a imagem de uma empresa sustentável deve refletir sua real estrutura de sustentabilidade, para que a mensagem tenha mais força e traga significados verdadeiros, e não mentiras. ah, e os consumidores odeiam mentiras.
nestes casos, acredito que pode-se usar o mesmo pensamento sobre tendências: ok, o designer pode apenas seguir tendências no estúdio/agência em que trabalha, desde que ele tenha consciência de que está fazendo um trabalho que é tendência e em alguns meses ou anos estará obsoleto. então, um designer poderia fazer projetos com papel couché, verniz uv, laminação e impresso com tinta a base de petróleo, desde que ele saiba que não está sendo sustentável. ou será que não está ok? o que você acha? como é a linha que separa:
1- o pensamento sustentável do designer e o pensamento em apenas terminar seu trabalho do jeito que foi solicitado sem causar “problemas” ou transtornos com mais questionamentos e sugestões;
2- a posição dos chefes, que normalmente focam em agradar o cliente para não perdê-lo – “ele está errado, mas ele nos paga” – afinal, o estúdio/agência também é uma empresa;
3- o cliente, que é quem vai pagar pelo trabalho?
o que defendi no meu tcc, que uniu música e sustentabilidade, é que a sustentabilidade deve ser intrínseca ao processo criativo nas universidades. todos os designers devem terminar a graduação prontos para executar projetos sustentáveis. se “Design Sustentável” fosse uma matéria, ela deveria estar logo no começo do curso, e não ser apenas algo sazonal, mas contínuo, que seja discutida durante todo o curso. as aulas de Projeto devem ter sempre projetos sustentáveis como objetivo, os professores precisam exigir ao máximo dos alunos como fazer mais com menos, e como melhorar o que já existe. o design deve ser sustentável na sua essência. qualquer projeto de design deveria ser sustentável. este seria um ótimo passo inicial para se formar pessoas com mais consciência sobre o tema, pois sustentabilidade não se aprende lendo apenas um livro, uma ou duas revistas ou um post em um blog. é preciso entender o que isso significa e ter a vontade de fazer sempre que for possível.
é de extrema importância que uma coisa fique bem clara: eu defendo o desenvolvimento sustentável porque vivemos em um mundo com recursos naturais finitos, que se utilizados em excesso, em um ritmo maior do que sua renovação, trarão consequências catastróficas, inclusive para as empresas e indústrias, que não vão ter mais fontes de suas matérias-primas. o sistema capitalista entraria em colapso junto com os ecossistemas, provavelmente trazendo consequências irreversíveis, e a vida no planeta seria muito diferente do que estamos acostumados. não defendo o tema por achar que estarmos transformando o mundo em uma máquina apocalíptica, com enomes tsunamis que vão varrer cidades inteiras do mapa, furacões avassaladores e um calor de 40º no Alasca. mas também não é por isso que eu não acho que isso possa acontecer em função da nossa interferência. mais uma vez, o “mundo capitalista” mudar sua postura porque sua matéria-prima vai acabar não significa que ele criou uma consciência ambiental, vamos retomar o pensamento de Ezio Manzini: será puramente por uma questão econômica. na minha opinião, se a sustentabilidade acontecer apenas por questões econômicas pode ser bom (pelo menos no curto prazo), desde que ela seja real e absoluta, sem a superficialidade com a qual o tema é tratado.
o ponto é: nós não podemos destruir o mundo, ele é a nossa casa, o nosso lar. vivemos com outras milhões de espécies de seres vivos, e somos os únicos que atacam o planeta. nosso dever é preservá-lo, entregá-lo aos nossos filhos em condições muito melhores do que como o encontramos. para encerrar, gostaria de deixar este vídeo do falecido astrônomo Carl Sagan, um gigante divulgador da ciência, que nos dá a dimensão do quão insignificante somos, de como a vida é escassa (até onde sabemos), e que de todo o universo, este pálido ponto azul é o único lugar que conhecemos que pode abrigar vida. obrigado pela extensa leitura, quem não teve paciência ou vontade de ler até o final certamente não era o meu público alvo com este texto.
Todo mundo ouviu falar do acontecimento trágico em São Luís do Paraitinga, e eu, como arquiteta, ainda leio, chocada, que 60% dos imóveis tombados foram destruídos. Lembro de ter ido para lá com meu amigo arquiteto Léo especificamente para visitar a igreja e o conjunto histórico ao redor da praça (que tinha, sim, um coreto!). A cidade era uma graça, uma pérolinha no interior do estado.
A enchente devastou a cidade, derrubou a igreja, mas também teve um lado positivo: uma quantidade gigantesca de gente está, nesse momento, fazendo tudo o que é possível para ajudar a cidade a sair dessa. São Luís do Paraitinga é famosa pelo seu carnaval de rua, que atrai milhares de pessoas para as suas 24 horas de family friendly fun, onde todo mundo comemora junto, velhinhos, crianças, e “crianças grandes”… e depois volta para São Paulo feliz e contente, e cantando marchinhas.
Visitei um blog novinho que está juntando, num só lugar, todas as maneiras de ajudar São Luís do Paraitinga, e, estando um pouco longe, estou fazendo minha parte divulgando o site deles, e o poster que o designer Lucaz Mathias fez para o blog.
É um poster simples, mas diz tudo. Principalmente, é por uma boa causa. O que mais a gente pode fazer?
Bom, então, como o último post foi sobre embalagens que deixam a desejar e bastante. Procurei um bom exemplo de um projeto responsável, bonito e bem estruturado. Tal projeto chama-se “Colorless”, afim de poupar energia e químicas com as tintas nas latinhas de refri e etc. o designer Harc Lee tirou todas as gravações de tinta e substituiu um design de superfície.
Ok, a cor é um elemento importante.. Muito importante, afinal elas nos trazem milhares de informações. Esse é um projeto que ganha quem aplicar primeiro, porque se todas assumirem essa atitude ninguém identifica mais o produto desejado.
De um tempo pra cá o mercado de relógios vem perdendo espaço. A grande maioria tem celulares, até crianças tem celulares, o resultado disso é que cada vez menos pessoas usam relógio. Alguns não usam por opção, para mostrar que não são escravos do tempo, outros usam por serem e outros usam por status. Porém, como ter de volta as pessoas que usavam e trocaram por celulares?
Pensando dessa maneira, surgiu no mercado o OZO que foi conceituado pelo designer russo Anton Repponen. Não é apenas mais um relógio, mas um novo relógio. É uma nova maneira de ver as horas com um design inteligente e belas formas.
A sacada foi simples, mas inovadora. Um relógio de horas e outro de minutos que se encontram no meio para mostrar a hora. Não é sensacional? E mais, anoite fica mais bacana.
Eu achei muito bacana, MAS…
Não encontrei um projeto que me fizesse quebrar tanto a cabeça em relação a “relógios inovadores” quanto ao do Hans Donner. Vocês já viram o relógio de pulso que ele fez? Sim… ‘Tipo’ aquele que aparece na TV quando vai acabar ou começar o horário de verão.
Por acaso saberiam me dizer a hora olhando esse relógio!? Já imaginaram como deve ser a engrenagem disso!? Por favor, entrem em http://www.timension.com.br/ Esse também muda o modo de ver as horas, tanto que se você estiver com pressa ou alguém te perguntar na rua ‘que horas são?’ você vai ter que parar um minutinho pra responder.
Quem disse que sacos de lixo tem que ser feios como seu conteúdo? Já tem um tempo eu postei aqui extintores de incêndio com design, para serem usados dentro de casa e que passam a se tornar um objeto de decoração do ambiente.
Com sacos de lixo como esse, as ruas também ficariam mais “bonitinhas”. Geralmente vemos aqueles sacos pretos ao lado de árvores solitárias ou dentro de caçambas mal cheirosas, mas com sacos assim você abriria um sorriso =D (o mal cheiro das caçambas continuariam).
Ah! Os sacos são 100% Biodegradaveis, então, além de bonitos, ajudam a natureza. A empresa que os faz é a SUCK UK e eles têm outros produtos bem bacanas.
hoje o Boteco Design! completa 1 ano de idade! em 10 de novembro de 2008 nós publicamos nosso primeiríssimo post de boas vindas! queria deixar aqui um parabéns para todos os que postam aqui, assim como para você que lê o que nós colocamos no ar, sempre com a finalidade de divulgar as melhores ideias, de fomentar o design e a criatividade.
gostaríamos de postar muito mais, e com muito mais qualidade, e tentamos fazer isso da melhor maneira possível, pois trabalhamos em agências de design/publicidade, e como vocês sabem, é bem corrido. por isso não tivemos festa, só uma comemoração simbólica (tipo o bolinho de aniversário mas sem festa, sabe?).
muito obrigado a todos que nos seguem no Twitter, que leem os posts, que comentam, que divulgam, que apoiam, que fazem link, que gostam, os parceiros. os convites que recebemos para participar de eventos nos deixam muito felizes pelo reconhecimento e pelo valor. que venha mais um ano cheio de novidades criativas, com muito mais posts e mais discussões.