11 abr 2010 font, identidade visual, intervenções, marcas  |   por thabata

Uau! Acho que essa vai ser a primeira vez que trazemos um projeto Neozelandes para o Boteco. Porque nem só de aborígenes e florestas vive a Nova Zelândia!

O projeto do qual estou falando é do reposicionamento de marca da biblioteca da cidade de New South Wales, procurando se preparar para uma nova geração de usuários. O reposicionamento começou com o redesenho da marca, e foi aplicado depois a toda comunicação visual da biblioteca. O projeto foi executado pela agência autraliana Frost* Design em parceria com a biblioteca.

O reposicionamento começou com o redesenho da marca, que ficou assim:

Simplesmente excepcional a simplicidade e a criatividade da marca. De acordo com a Frost Design, a idéia é “uma questão e uma resposta, uma surpresa”, e foi inspirada no universo da biblioteca, e seus recursos. A marca também traz mais emotividade, buscando uma maneira de conectar os usuários emotivamente ao local. A mesma linha de raciocínio foi aplicada a todo o resto da comunicação, que se contemporarizou muito sem, no entanto, perder a idéia de que a biblioteca é uma instituição a ser respeitada, por todo conhecimento e seriedade que possui.

Achei o resultado muito feliz, gostei da idéia da constante surpresa que acontecem numa biblioteca, representada pelo fato de os títulos parecerem sair detrás de algo, como se eles estivessem escondidos e foram descobertos. Uma metáfora muito elegante para aquisição de conhecimento.

Também como parte do projeto, a Frost* desenvolveu um alfabeto chamado “One Hundred”, para celebrar os 100 anos da coleção. O alfabeto foi inspirado na coleção do museu, e será aplicado em todo marketing da biblioteca. Cada letra é formada por uma ou mais peças importantes do acervo da biblioteca. O alfabeto é utilizado em aplicações pontuais, e busca, principalmente, trazer o conhecimento de todo o acervo da biblioteca.

É uma tarefa difícil encontrar uma maneira de fazer com que a biblioteca volte a fazer parte do universo da geração atual (que passa 80% do tempo com a cara grudada num computador ou num celular), mas eu achei que o resultado foi bastante promissor. O projeto é bem contemporâneo e realmente abraça uma estética inovadora sem perder a seriedade que esperamos de uma biblioteca.

Para saber mais, visite: onehundred e NSL State Library.

Via designboom

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8 fev 2010 identidade visual  |   por Paulo Cholla

a montadora francesa Peugeot apresentou agora em janeiro sua nova identidade visual. a marca foi redesenhada, ganhando um aspecto mais agressivo. as principais mudanças foram: o azul saiu do fundo e foi para a tipografia (também nova), e o leão ficou mais dinâmico e sem a língua.

nova:

antiga:

pessoalmente, eu gostei bastante. e gostei mais ainda do vídeo divulgando a nova identidade:

dica via e-mail do Bruno Petry, e com infos do Ventriloquo

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19 jan 2010 Diesel, campanhas, marcas  |   por thabata

A Diesel é uma marca interessante. Vende jeans para o pessoal da classe A+, mas quer ter aquela atitude meio largadona, de quem não está se preocupando com nada, ou que não se importa com as aparências (apesar de quem compra Diesel se preocupa com as aparências e com a grife, lógico).
Por causa disso é que essa nova campanha da marca me intrigou. Aqui vão algumas das peças gráficas:

Ou essas que eu gostei mais:

O que mais me intrigou foi a escolha do slogan: seja estúpido. E eu me pergunto porque usar a palavra estúpido? De acordo com o site designboom.com, a agência responsável pelo projeto, a anomaly london disse que “a marca está afirmando que não tem nada de idiota em ser estúpido, e que certamente as idéias mais brilhantes aparecem nas cabeças daqueles que não tem medo de se expressar. Inicialmente, estas idéias podem parecer estúpidas, mas com o passar das décadas elas começam a liderar o mundo”.

E aí fica a questão, quer dizer que aqueles que se expressam são estúpidas. Qual é a jogada em transformar estúpido em algo positivo? Quer dizer que quem compra Diesel é estúpido e tudo bem? Será que tudo não passa de uma piadinha, ou só mais uma daquelas tentativas de criar algo cool, ou que os consumidores da Diesel pensam que é cool, e realmente não tem sentido nenhum, e nem quer provocar nenhum tipo de discussão?

Enfim, manifestem-se. Talvez eu goste mais dessa campanha depois de ouvir vossas opiniões!

Via: designboom

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24 nov 2009 internet, marcas  |   por Paulo Cholla

aol-1

agora foi a vez da AOL, que agora é Aol., com o ponto final. algo como “Aol. e ponto”. a ex-gigante da internet encarregou a Wolff Olins de renovar sua identidade visual.

é difícil entender o novo posicionamento da Aol. o nome escrito com uma fonte sem serifa, sem nada que a torne especial. veja “variações” do logotipo:

aol-2

na minha opinião, parecem testes que fazemos quando criamos uma marca e estamos pensando em sua aplicação, e não variações. talvez, se a agência encaixar um conceito muito bom para justificar os diferentes planos de fundo apresentados (ou algo que justifique todos no geral), eles podem ter algo interessante para nos mostrar. talvez.

algo que pode ser tirado disso é como se eles quisessem transmitir que a Aol. é tudo. de qualquer maneira, eu continuo achando a identidade fraca, principalmente a parte tipográfica. ao contrário do que eles dizem, não acho ela dinâmica. acho que a “facilidade” com a qual eles fizeram as aplicações é reflexo de uma marca simplória.

resta aguardar pelo dia 10 de dezembro, quando a marca vai ser completamente apresentada. e torcer para isso ser um teaser.

via designboom

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16 nov 2009 marcas  |   por Vinícius Vaz

Pfizer é um dos maiores laboratórios farmaceuticos do mundo. Ficou muito conhecida com o lançamento do Viagra (remédio para disfunção erétil).

09_11_12_pfizer_logo01

A nova marca foi criada pela Siegel+Gale. Com mudanças bem sutis apontando para essa nova onda de “marcas 2.0″ que utilizam o degrade. Além do degrade houve uma pequena alteração na sua elipse e a tipografia começa a perder a serifa.

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Bom, minha humilde opnião mostra que a empresa esta preocupada com sua identidade visual, porém não sabe que rumo tomar. As mudanças são tão sutis que não sei dizer se realmente esta dentro dessa nova tendência de marcas 2.0. Talvez a preocupação em manter a seriedade e a confiança que a marca trás, fez com que as alterações fossem mínimas.

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E então? O que acharam das novas mudanças? É uma marca 2.0?

via: designatento

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8 set 2009 marcas, rebranding  |   por Paulo Cholla

o blog Comunicadores está de cara nova. a marca foi redesenhada, e o layout do blog também ganhou cara nova. essa nova identidade entrou no ar em 17 de agosto, e agrada bastante.

infelizmente não tenho a marca antiga aqui, e nem encontrei para postar o antes/depois (se alguém tiver, pode enviar para envie@botecodesign.org). mas [update] o Haendel Dantas, do próprio Comunicadores enviou a marca antiga :) [/update] foi um redesign bem feito, daqueles que agradam bastante. bem diferente de alguns absurdos como a nova marca do Pão de Açúcar. parabéns aos Comunicadores.

nova marca:

nova-marca-comunicadores

marca antiga:

nova-marca-comunicadores-antiga

via Comunicadores

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1 set 2009 Dia-a-Dia, Um pingo de cultura, arte, produtos  |   por thabata

O artista francês Sebastian Bouchard desenvolveu essa peça para uma exposição em Dakar, no Senegal, e deu-lha o nome de “C’est La Crise”. A peça inspira-se na situação economica mundial atual.

O objeto todo mundo conhece, é a boa e velha cabaça. Esse tipo de cuia é muito usada na África, para cozinhar, armazenar grãos, coletar água, de forma que se tornou um dado cultural do continente. É um objeto muito, muito simples, e que em valor custaria menos que R$ 2,00, mas que é extremamente útil, e utilizado o tempo todo por toda uma população. A pegada do artista aqui foi questionar o verdadeiro valor de tudo que utilizamos. Nós realmente damos valor àquilo que é essencial? E o valor que damos para as futilidades e “necessidades inventadas” pelo modo de vida consumista e pelas convenções sociais? O que realmente mede o valor de um produto? E finalmente, o que é de verdade, essencial, coisas que nós verdadeiramente precisamos para existir nesse planeta?

E é claro, pintar a cabaça com a marca da Louis Vuitton é extremamente prvocativo: todo mundo sabe que uma bolsa com esse mesmo grafismo que ele pintou na cabaça pode custar uma fortuna – literalmente. E, falando a verdade, é uma bolsa que não é melhor que qualquer outra bolsa de qualidade.

E tudo isso, ainda, incluindo o pensamento de crise. Talvez todo o conceito de crise que assola algumas partes do primeiro mundo, e em alguns círculos abastados do nosso terceiro mundinho seja simplesmente a impossibilidade de consumir futilidades… (eu nunca vou esquecer a socialite que disse que para se proteger da violência trocou seu jipe de luxo por uma Pajero – quanto sacrifício). E interessante porque essa semana mesmo eu estava lendo sobre famílias americanas que decidiram não comprar nada que fosse realmente útil por um determinado período (um ano, por exemplo). E o que elas descobriram foi que elas estavam aproveitando a vida muito mais, e ao final de um ano, eles não voltaram ao estilo de vida consumista de antes. Bom, isso dá pano prá manga, mas é uma das facetas que a obra sugere, devem ter muitas outras… opiniões, alguém?

E aqui vai uma foto muito linda, só para ilustrar esse pensamento que, para mim, só mostra o quanto a gente é louco…

Via: designboom

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14 jul 2009 Pão de Açúcar, identidade visual  |   por Mari Ornelas

A rede Pão de Açúcar apresenta novo logotipo a partir do dia 16 de julho, quinta-feira.

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A mudança do logotipo iniciou há dois anos e parte desse processo teve a participação dos clientes que respondiam a perguntas sobre o que é felicidade “e a resposta que eles nos deram é que não é possível ser feliz sozinho.”, segundo a rede.

Um dos critérios considerados chave nesse processo de evolução da marca foi o não rompimento total com a “identidade” do atual logotipo.

A nova marca foi desenvolvida pela FutureBrand e apresenta tipografia e ícone muito mais orgânicos, além de maior transparência e luminosidade, e que remete ao frescor dos produtos, o formato mais arredondado confere calor humano e o traço contínuo é inspirado na imagem do infinito. Além disso a nova marca apresenta apenas uma cor, o verde.

“Os nossos morrinhos estão mais leves e joviais e reforçam os valores do Pão de Açúcar, como confiança e qualidade”, afirma José Roberto Tambasco, Vice Precidente Executivo do Grupo Pão de Açúcar. Tambasco acrescenta que o novo logotipo “traduz a atitude da marca cuja a vocação é a inovação”.

Algumas peças da campanha publicitária para a apresentação do novo logotipo.

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Uma coisa que me incomodou um pouco é que toda a ficha técnica oferecida pela Assessoria de Imprensa do Grupo Pão de Açúcar se refere apenas a sua campanha publicitária e não dá créditos para os designers da FutureBrand, como o próprio Clube de Criação comentou após a ficha técnica.

Agradecimentos a Assessoria de Impresa do Grupo Pão de Açúcar.

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6 jul 2009 identidade visual, marcas  |   por Vinícius Vaz

Pois é, quando a crise aperta e a empresa esta dando os últimos suspiros, publicitários e designers são convocados para que a empresa não de o seu último suspiro.

A Pizza Hut, muda de nome e passa a ser ‘The Hut’. Já era chamada assim nos EUA. Além do nome, a marca foi mudada. Uma fonte mais atual, traços mais atuais, deixando aquele jeitão de marca dos anos 80. O preto e o verde foram esquecidos, valorizando o vermelho e o branco.

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Não é segredo que mais consumidores estão escolhendo jantar comida de verdade a “junk foods”, pois economizam e não agridem tanto a saúde. Pensando nisso, o restaurante mudou o cardápio também, adicionando novos pratos.

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the_hut_building

E então, gostou da mudança?

(!–Comente–!)
(!–Vote Estrelinhas–!)

Atualizado: A mudança da marca não é permanente. A idéia do “The HUT” é uma jogada de marketing. Algumas placas dos restaurantes e caixas de pizza adotarão o logo “The HUT”, enquanto outros permanecerão com “Pizza Hut”.

via: IDSGN

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30 jun 2009 identidade visual, marcas, rebranding  |   por Paulo Cholla

a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) atualizou sua marca e identidade visual. a nova marca já está sendo usada desde o final do ano passado, mas infelizmente não tive retorno da CPTM do meu pedido por mais informações.

esta nova identidade foi criada pela CPTM em conjunto com a Fupam (Fundação para a Pesquisa Ambiental) e o Nutau (Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo), instituições ligadas à USP.

CPTM - nova marca

“A nova logomarca [sic] foi redesenhada a partir do símbolo atual, buscando transmitir o dinamismo e a modernidade do momento pelos quais a empresa passa, sem deixar as características conceituais e formais que facilitam a fixação da imagem de uma nova CPTM junto aos usuários”

Sérgio Avelleda – Presidente CPTM

cptm-nova-marca-trens

a cor da empresa passa a ser apenas o vermelho, e os trens já circulam com a nova identidade visual.

eu gostava muito do símbolo anterior, com a representação da parte do trem que capta energia da rede elétrica. a tipografia ficou menos ruim do que a anterior (apesar de isso não ser muito difícil), mas ainda não é a ideal.

e você? gostou?

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